| |
|
| PROJETO |
ARES QUE TRANSFORMAM |
| SALIC |
197120 |
| PROCESSO |
01416.018084/2018-56 |
| RESPONSÁVEL |
|
| UF |
MA |
| DIRETOR |
|
| PRODUTOR |
|
| ROTEIRISTA |
|
|
SEGMENTO
|
TV Paga
|
|
GÊNERO
|
Documentário
|
|
FORMATO
|
Média
|
|
SINOPSE
|
Ares que transformam mostra o grande avanço da produção de energia eólica no Piauí, o quinto estado brasileiro com maior número de parques eólicos e o quarto maior produtor do País
deste tipo de energia, produzindo hoje 1.085 MW, bem acima do seu consumo mensal de 876 MW, pelos seus 3,2 milhões de habitantes. E ao que tudo indica, isso é apenas o começo.
O professor Marcos Lira, da Universidade Federal do Piauí, se dedica desde 2012 a estudar o comportamento dos ventos e indica que o estado deve se tornar o maior produtor de energia
eólica do país. Seus estudos apontam que o Piauí tem ventos em condições ideais para aproveitamento: têm boa velocidade, têm constância e seguem na mesma direção. Numa das
principais medidas para avaliar o potencial dos ventos, é o chamado fator de produtividade, que é proporção do vento que é transformado em energia. Nos últimos 12 meses, a média
brasileira esteve em 41,7%, considerada alta. No Piauí esse fator chega a 70%, empresários de várias partes do mundo já entenderam essa dinâmica, e têm investido forte nos parques
eólicos, que já são 52, espalhados pelo litoral e no interior do Estado.
Um dos descobridores dos ventos do Piauí é o brasileiríssimo Mario Araripe, empresário por trás da Caso dos Ventos, companhia líder em desenvolvimento de parques eólicos no Brasil, o
nono maior país produtor de energia renovável no mundo. É Araripe que explica que, no Piauí, a grande amplitude térmica provoca um efeito de pressão nos ventos. Com a queda da
temperatura, o ar frio pressiona o ar quente que fica mais próximo à superfície, fazendo com que ele se desloque com maior velocidade.
Há ainda o nascimento de uma indústria de equipamentos e componentes destinados aos parques eólicos. Já este ano, o Piauí terá uma fábrica para produzir torres de geração de energia
eólica no município de Lagoa do Barro do Piauí, a de 500 km de Teresina. É a primeira fábrica de construção de torre no estado, da empresa espanhola Acciona Winder. O Brasil só
despertou para seu potencial eólico nos anos 90 do século passado, timidamente. Atualmente o país vive um crescimento vertiginoso de sua capacidade instalada de produção de energia
eólica, que já representa 8% da matriz energética brasileira. Em 2007, a capacidade instalada dos ventos somava apenas 245,6 MW. Dez anos depois chegou a 13 GW, segundo dados da
Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). Como no Piauí, essa história está só começando. ?Em quatro anos, a eólica será a segunda fonte de energia mais importante, atrás
apenas da hidrelétrica?, afirma Elbia Gannoum, presidente executiva da Abeeólica.
Há poesia e transformação trazidas pelos bons ventos.
|
|
SITUAÇÃO
|
CEA Projeto indeferido
|
|
DATA DA SITUAÇÃO
|
2025-11-05
|
|
PROVIDÊNCIA TOMADA
|
Atualização da situação via script, por meio do chamado #17094
|
| Aprovações |
Data |
Portaria / Deliberação |
| Aprovação Inicial |
|
|
| Primeira Liberação |
|
|
| Última Prorrogação |
|
|
| Período de Captação |
a
|
| Mecanismo |
Valores Aprovados |
Valores Captados |
Saldo |
| TOTAL |
0
|
0
|
0
|
| // Contas de captação |
| Mecanismo |
Agência |
Conta Corrente |
Situação |
| // Contas de movimentação |
| Mecanismo |
Agência |
Conta Corrente |
Situação |
MOVIMENTO PJ - FSA |
2954 |
57052 -4 |
ATIVO |
|